21/09/2014



Leitores - 20/09/2014

Leitores On Line

“Sobre a foto que saiu nessa página na quinta-feira, informo que desde janeiro denuncio o fato às autoridades competentes e mostro a todos os agentes de trânsito que encontro próximo ao local. Parece que é obra de um morador que não quer que passemos pela sua casa, se esquecendo que a via é pública. São dezenas de placas que perfazem uma alegoria de profundo mau gosto. Ainda tem dois enormes quebras-molas e arames farpados. O local é na Ponte da Saudade, entrando pelo antigo Zanzibar. Da estrada já da para ver a bagunça.”

“Sobre a foto que saiu nessa página na quinta-feira, informo que desde janeiro denuncio o fato às autoridades competentes e mostro a todos os agentes de trânsito que encontro próximo ao local. Parece que é obra de um morador que não quer que passemos pela sua casa, se esquecendo que a via é pública. São dezenas de placas que perfazem uma alegoria de profundo mau gosto. Ainda tem dois enormes quebras-molas e arames farpados. O local é na Ponte da Saudade, entrando pelo antigo Zanzibar. Da estrada já da para ver a bagunça.”


Opinião do Leitor


Desalento com os políticos

As palavras de Rui Barbosa estão ainda mais evidentes em quase todos os setores públicos e meios políticos, imortalizadas pelos sinceros e verdadeiros sentimentos expressados em seu poema: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Os políticos dignos, de caráter e honestidade, estão se cansando de tantas lutas insanas e cotidianas contra a omissão, conivência, corrupção, impunidade e injustiças que campeiam os meios políticos das duas esferas eletivas: o executivo e o legislativo dos três níveis de governo: federal, estadual e municipal. A mídia ultimamente tem noticiado e mostrado as atuações tendenciosas, deploráveis e revoltantes também de alguns togados do judiciário federal para inocentar aqueles que "rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta”. E é isso também que tentam nos arrancar: a nossa voz, emitida pelo jornalismo praticada pela imprensa séria, aquela que é compromissada com a verdade  e transparência que tanto incomodam a muitos políticos e governantes.

É oportuno recordar as palavras do poeta Eduardo Alves da Costa:

"Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. 

E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. 

E não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. 

E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.”

Os políticos sérios se preocupam com seus eleitores, trabalham honestamente movidos pelas suas consciências norteadas pela família e fortalecidas pela educação escolar, acreditando num país a ser respeitado por seus valores morais, num país mais justo com perspectivas de ordem e progresso pelo trabalho honrado, com uma educação decente desde a infância e com professores motivados e capacitados. É dessa forma, com educação escolar e formação profissional, a verdadeira porta para um futuro digno, com justiça, prosperidade e paz sem conflitos sociais.

Mas não, a maioria dos políticos só quer usurpar a nação e o povo, desviando os recursos da saúde, da educação, das obras superfaturadas etc.

Agravando a situação, alguns políticos e autoridades públicas de bem estão se retirando da vida pública com desalento e frustração de uma batalha inglória. Mas nem tudo está perdido porque o povo está ficando mais esclarecido e refletindo melhor. E é chegado o momento: estão aí as eleições!

O jornalista, poeta e embaixador da paz Ataíde Lemos expressa claramente o momento político atual: 

"Embora muitos votarão em candidatos mal preparados ou mal intencionados, a maioria da sociedade comum escolherá outros candidatos porque não aceitam, não concordam com a corrupção, a desonra, a nulidade. Enfim, não concordam com o que estão vendo. A vitória dos políticos desonestos seria um balde de água fria numa parcela da sociedade que sonha com um pais melhor, que acredita na ética, na honestidade como fator primordial do homem que entra na vida pública.”

A vitória dos políticos corruptos nas duas esferas, Executivo e Legislativo, seria o estímulo aos votos nulos, e à saída de cenário dos políticos sérios e honestos da vida pública; é a falta de novos perfis de cidadãos honestos na política, porque infelizmente ser honesto não basta para se eleger, ou melhor, passa a ser obstáculo e pedra de tropeço. Infelizmente estamos nos aproximando deste triste momento, com tanta roubalheira e corrupção explicitamente manifestadas pelos meios de comunicação, aumentado ainda mais a decepção das pessoas de bem que ainda acreditam ser a ‘ética e moralidade’ fundamentais para aqueles que desejam participar da vida pública.

Estamos iniciando um novo Brasil, não sei se estamos voltando na história ou se o que está ocorrendo é um processo de evolução da sociedade, e ela caminha para esta nova realidade política do mundo. "Porém, algo deve ficar claro: é a sociedade presente responsável pelo futuro não tão distante.”

Como dizia o líder Martin Luther King: "O que preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

Ainda sobre o mesmo tema, o filósofo e também político Edmund Burke exorta-nos: "Para que o mal triunfe, basta apenas que os homens de bem cruzem os braços”.

Por fim, não devemos julgar para não sermos também julgados, mas é vanglória termos certeza da justiça divina pelas palavras de Jesus no Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículo 49: "No fim dos tempos, os anjos vão separar os homens maus dos bons. Os maus serão lançados na fornalha ardente. E aí haverá choro e ranger de dentes.”

É oportuno e vale a pena consultar a ficha dos políticos em quem votamos ou em quem votaremos. Consulte o site: http://www.excelencias.org.br. Você vai constatar que existem políticos bons, sérios, honestos e com experiência, sendo respeitados pelos demais por sua conduta honesta e participativa. Mesmo que não existisse "o político ideal”, sempre existirá um candidato de bem, experiente e bem-sucedido em administração empresarial, sem os vícios políticos tão nefastos à sociedade e ao bem comum. Um candidato bem-sucedido na administração seria o melhor para o município, reconhece hoje a grande maioria dos eleitores em Nova Friburgo. A Prefeitura estaria bem administrada, não sozinho ou com secretários ausentes ou inoperantes, inexperientes ou maus administradores apadrinhados ou acobertados pelo nepotismo. Na realidade, não é a falta de recursos o maior entrave da administração atual da Prefeitura, mas sim a má administração que impede ou dificulta a execução até dos serviços mais básicos e necessários à cidade e à sua população. Atualmente não se consegue pequenos serviços como, por exemplo, limpeza de ruas e calhas de escoamentos, remoção de fios de telefonia, internet e TV pendurados há semanas sobre a calçada, descaso na solução dos cavalos de aluguel que poluem a Praça do Suspiro, que na verdade depõe contra o Turismo Municipal, a normatização dos serviços de "flanelinhas” ou cobrança de estacionamento rotativo com presença de guarda municipal ao invés de "flanelinhas” mal trajados que não inspiram confiança e segurança, e tantas outras ações que dependem apenas de querer fazer ou saber mandar. De bem intencionados o inferno está cheio. O jargão "é pra resolver” ficou pra trás, na teoria, antes da eleição municipal. As soluções exigem de qualquer administrador municipal e seu secretariado o exercício da autoridade, o respeito à população e ir ao encontro dela, em vez de não querer ouvir ou não receber contribuintes em seu gabinete, confirmando a publicação de um jornal local, de que um leitor informou que o prefeito foi aconselhado por um assessor para não ler notícias locais ou assistir TV com notícias indesejadas ao seu governo. Se há veracidade nisto, a administração está ficando cada vez mais distante do povo. A cidade e os cidadãos friburguenses não merecem esta situação por ainda mais de dois anos. A solução é valorizar o voto, escolhendo melhor os candidatos.

Antonio José Monerat Miranda

 

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"As pessoas vão passear com seu cachorrinho de estimação na avenida e levam a sacolinha para recolher o cocô; até aí, ótimo, mas jogar a sacola na beira do rio já é demais. Tenho visto várias sacolas deixadas nas margens do rio. Acho que as pessoas deveriam fazer o serviço completo, deixando na lixeira.”

Sergio Lemos



“Sobre a foto que saiu nessa página na quinta-feira, informo que desde janeiro denuncio o fato às autoridades competentes e mostro a todos os agentes de trânsito que encontro próximo ao local. Parece que é obra de um morador que não quer que passemos pela sua casa, se esquecendo que a via é pública. São dezenas de placas que perfazem uma alegoria de profundo mau gosto. Ainda tem dois enormes quebras-molas e arames farpados. O local é na Ponte da Saudade, entrando pelo antigo Zanzibar. Da estrada já da para ver a bagunça.”


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